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A ciência por trás do Pólen de Abelha



O pólen de abelha é usado por muitas culturas ao redor do mundo como fonte de longevidade, energia e força. Com sua enorme gama de nutrientes, obteve seu lugar na suplementação da dieta humana e com isso muitas pesquisas científicas são desenvolvidas para comprovar a sua eficácia para a saúde. Selecionamos então, dados científicos nacionais e internacionais a cerca do pólen de abelha e dos benefícios do seu consumo pelo homem, que você confere a seguir. De onde vem o pólen? O pólen são micro esporos, encontrados na forma de um pó fino sobre as anteras das flores e consistem nas células reprodutivas masculinas das plantas. Seu propósito é transmitir os gametas ao aparelho sexual feminino das flores através do ar e dos chamados polinizadores: abelhas, pássaros, morcegos, besouros e borboletas. A ciência que estuda o pólen coletado do ar, água, depósitos de sedimentos e das abelhas é denominada Palinologia, e um cientista que trabalha neste campo tem, principalmente, um bom conhecimento em Botânica.

Os grãos de pólen podem ser distinguidos


pela sua forma de superfície externa e pelo

seu diferente conteúdo de nutrientes, vitaminas

e substâncias biologicamente ativas. Seguindo

as características da sua origem botânica,

esses pequeninos grãos podem ser encontrados

em diversas cores, variando entre branco, amarelo,

laranja, vermelho e tons mais escuros. Também

são encontrados em diferentes formas, podendo

ser elípticos, esféricos, triangulares, achatados,

rômbicos ou discoidais.


Cerca de 200 substâncias são encontradas nos grãos de pólen de diferentes espécies de plantas. No grupo de substâncias químicas básicas, existem proteínas, aminoácidos, carboidratos, lipídios e ácidos graxos, compostos fenólicos, enzimas e coenzimas, vitaminas e bioelementos. O pólen e as abelhas


As abelhas necessitam de proteínas, carboidratos, minerais, lipídios, vitaminas e água para completar o seu desenvolvimento e crescimento, que são obtidos pela coleta de pólen, néctar e água. Durante os primeiros 5 ou 6 dias de idade adulta, as abelhas operárias consomem grandes quantidades de pólen para fonte proteínas e aminoácidos. A cada ano, uma colônia consome de 40 a 60 kg de pólen.

Assim, o pólen de abelha, ou apícola, é aquele recolhido das plantas pelas abelhas operárias, e trazido de volta para sua colmeia em suas corbículas – ou cestas de pólen, estruturas especiais de suas patas posteriores. Para o transporte, as abelhas aglutinam esse pólen com néctar ou mel regurgitado e saliva, formando as chamadas “pelotas”.

Sendo um produto da colmeia, o pólen apícola possui composição química e valor nutricional de acordo com a fonte, uma vez que é coletado de uma ampla diversidade de plantas. Um produto vegetal bastante complexo, rico em substâncias biologicamente ativas, podendo apresentar níveis de proteína entre 8 e 40%.

Através de estudos da Palinologia é possível constatar que, por exemplo, pólens coletados de pinho, milho e junco contém 13,92; 36,59; e 31,93% de carboidratos totais, 13,45; 20,32; e 18,90% de proteínas; 1,80; 3,7; e 1,16% de lipídeos e 2,35; 4,90; e 3,80% de cinzas, respectivamente. Já uma revisão de vários estudos feita em 2005 na Romênia, determinou que 100g do pólen de abelha possui uma média de 11% de água, 27% de açúcar, 23,7% de proteína, 4,8% de lipídeos e 3,1% de cinzas.

Além dessa variação, a composição química e o valor nutricional do pólen de abelha também sofrem alterações de outros fatores como o clima, a geografia, as práticas apícolas e a composição genética das espécies de plantas. Inclusive, um estudo feito no Brasil em 2011, mostrou uma variação significativa de nutrientes encontrados em amostras de pólen apícola de diferentes estados brasileiros. Isso ocorre, uma vez que a composição do pólen apícola depende diretamente da dieta das abelhas, ou seja, da flora em que estão inseridas.

O Brasil também possui uma abundante e diversificada flora apícola, o que permite às abelhas a produção de mel de primeira qualidade, com cores e sabores bastante variados, além da produção de outros produtos da colmeia, como própolis, geleia real, cera e pólen apícola.


O pólen de abelhas e o homem


O pólen de abelha tem sido tradicionalmente usado como um alimento antienvelhecimento e energético. Além das características nutricionais do pólen em si, a saliva das abelhas é rica em enzimas, o que leva a alterações na sua composição, melhorando as suas qualidades terapêuticas. Possui a definição de alimento, mas devido às pequenas quantidades em que geralmente é consumido, deve ser considerado como um alimento funcional ou um suplemento.

Para o consumo humano, o pólen de abelha é apresentado na sua forma desidratada, por onde passa por um processo de tratamento com temperatura inferior a 42ºC, e com umidade inferior a 4%. É coletado pelo apicultor por um coletor de pólen acoplado na colmeia, que consiste em uma grade retentora e um recipiente coletor.

Composição:


Estudos determinam que o pólen de abelha desidratado contém todos os aminoácidos essenciais em quantidades que variam entre 5 a 7 o nível encontrado em pesos iguais de alimentos tradicionais de alta proteína (como carne e ovos). Também contém vitaminas A, D, E, K, C e bioflavonoides, bem como o complexo B completo; especialmente ácido pantotênico (B5) e niacina.

Em uma pesquisa brasileira feita em 2008, que revisou estudos sobre o pólen apícola de vários países, determinou a sua composição com uma média de 13 a 55% de carboidratos totais, 10 a 40% de proteínas, 1 a 13% de lipídeos e 2 a 6% de cinzas. Isso, além dos ácidos graxos (mirístico, linoleico, oleico, esteárico e palmítico em maior quantidade); todos os aminoácidos essenciais (ácido glutâmico e prolina em maior quantidade); vitaminas (C, E, complexo B, carotenoides, precursores de vitamina A); minerais (K, Na, Ca, Mg, P, S, traços de Al, B, Cl, I, Fe, Mn, Ni, Si, Ti, Zn); enzimas; terpenos, ácidos nucleicos e reguladores de crescimento.


Benefícios à saúde humana:


O pólen de abelha fornece atividade antioxidante significativa, o que pode explicar seu uso tradicional como um alimento antienvelhecimento e como auxiliar no tratamento de várias doenças e condições sistêmicas. Um estudo animal, por exemplo, demonstrou que o pólen de abelha, bem como o óleo de betacaroteno, foi capaz de abolir os efeitos da radiação ionizante prejudicial sobre o cérebro. Dessa forma, se constitui como uma boa fonte de compostos fenólicos e pode ser útil na prevenção de doenças nas quais os radicais livres estão implicados.

O pólen de abelha ajuda a aumentar os glóbulos vermelhos e a hemoglobina das células vermelhas do sangue. Uma vez que é a hemoglobina nos glóbulos vermelhos que transportam o oxigênio para o metabolismo, isso pode explicar a relação entre o pólen da abelha e a produção de energia. Por exemplo, em um estudo em animais, o pólen de abelha resultou em aumentos de hemoglobina e ferro sérico, e em um estudo com seres humanos, o pólen de abelhas usado com outras ervas chinesas aumentaram o número de glóbulos vermelhos.

Possui também ação desintoxicante, anti-inflamatória, antibiótica, e até mesmo antialérgica, como estudos recentes sugerem. Os níveis elevados de vitamina B5 são particularmente benéficos para as glândulas adrenais que são adversamente afetadas durante o stress. Já a prolina e o ácido glutâmico estão diretamente relacionados com a regeneração tecidual.

Convidamos agora você leitor a clicar nos links das pesquisas ao longo do texto e se informar ainda mais sobre os benefícios do pólen de abelhas, levando essas informações (e o seu consumo!) para o seu dia a dia. Compartilhe com seus amigos!

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